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Integrantes
Felipe Braga, Sax alto
e Soprano.
Multifacetado, o engenheiro Felipe, casado, nascido em 1962, acomoda seu
carisma em atividades que vão da culinária (possui inclusive coluna
virtual sobre o assunto), enologia, música e profissão - para ficar
apenas nas mais cotadas. Após passar pelo violão e contrabaixo, adotou
o saxofone em 1988. Suas principais influências são Michael Brecker,
Mauro Senise, George Coleman e Jan Garbarek. Estudou saxofone com Pedro
Figueiredo e Márcio Tubino. Audiófilo, atualmente dedica-se a pesquisa
de equipamentos eletrônicos e gravações de alta fidelidade.
Antonio
Xavier, Violão e Guitarras.
Engenheiro químico, acomoda em sua agenda uma
movimentada atividade profissional, a família e a música. Nascido em
Porto Alegre no ano de 1961, o principal responsável pelas criações
melódicas do grupo transporta para o hobby uma nata capacidade de
organização e método. Iniciou-se no violão aos 6 anos, com suas
principais influências ditadas por grandes nomes da guitarra, tais como
John Mclaughlin, Wes Montgomery, Pat Metheny e Toninho Horta. Estudou
com guitarristas de renome como Alegre Corrêa, Pedro Tagliani e James
Liberato. Eclético, é entusiasta do jazz, especialmente a partir do
movimento bebop e aprecia a fusão entre as vertentes da bossa nova, da
música caribenha e do jazz.
Marcelo
Leal, Contrabaixista.
Entre sua casa, os estúdios de ensaio e as vidrarias de seu
laboratório, o químico Marcelo, porto-alegrense de 1963, carrega a
música sempre consigo. Executor de violão desde muito jovem, passou a
dedicar-se ao contrabaixo na adolescência, compondo diversos grupos
musicais - por vezes com os amigos Antônio e Felipe. Possui a
influência de grandes mestres do instrumento como Jaco Pastorius, John
Patitucci, Nico Assunção e Artur Maia. Estudou contrabaixo com Renato
Mujeiko, entre outros. Sempre atento na perfeita composição de bases
melódicas, nem por isso deixa de soltar sua criatividade na essencial
arte do improviso.
Rubem
Penz, Baterista.
Porto-alegrense
nascido em 1964, dedica-se à música tanto quanto sua agenda permite,
conciliando a paixão pela bateria com o trabalho - uma empresa na área
de telecomunicações, a família e a literatura. Desde cedo demonstrou
interesse por ritmos, letras e melodias, favorecido pelo ambiente
familiar. Traz consigo a influência dos bateristas brasileiros que
ganharam o mundo a partir da bossa nova, como Paulinho Braga, Nenê e
Robertinho Silva, além de percussionistas Djalma Corrêa, Naná
Vasconcelos e Airto Moreira. Acredita que o estilo brasileiro de tocar
bateria é dos mais ricos do mundo, admirando o trabalho de incontáveis
profissionais que projetam a boa música nacional para além fronteiras,
em formações instrumentais de altíssima qualidade ou acompanhando
nossas melhores vozes.
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